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Ângela | |
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Inezita Barroso (violão), Eliane Lage e Alberto Ruschel, destaques no cartaz do filme. | |
![]() 1952 • pb • 90 min | |
Género | drama, romance |
Direção | Abílio Pereira de Almeida Tom Payne |
Roteiro | Nelly Dutra Ruschel[1] |
Elenco | Eliane Lage Alberto Ruschel Inezita Barroso Mário Sérgio Ruth de Souza |
Música | Francisco Mignone |
Companhia(s) produtora(s) | Companhia Cinematográfica Vera Cruz |
Distribuição | Universal Pictures (à época sob o nome Universal Filmes) |
Lançamento | |
Idioma | português |
Ângela é um filme brasileiro de 1951 dirigido por Tom Payne e Abílio Pereira de Almeida, com roteiro de Nelly Dutra Ruschel, baseado no conto "Sorte no Jogo", do escritor alemão E. T. A. Hoffmann.[1]
O conto de Hoffmann, que possui elementos fantásticos, foi adaptado para a zona rural da cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul.[3]
O filme marcou a estreia de Inezita Barroso no cinema brasileiro.[4] O dinheiro da produção acabou ainda durante as filmagens, em Pelotas. O cenógrafo Pierino Massenzi foi então enviado a São Paulo para pedir mais dinheiro ao produtor Franco Zampari.[5]
Dinarte, jogador incorrigível, ganha no carteado uma propriedade, à qual decide visitar na mesma noite. Chegando à fazenda, Angela, enteada de Gervásio (o perdedor), comunica a morte da mãe. Dinarte envolve-se e casa-se com Angela e promete não jogar mais, porém não consegue cumprir a promessa e a família entra em decadência, da qual Angela tenta preservar seu bebê.[3]
A trilha sonora ficou a cargo do maestro Francisco Mignone, regendo a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo.[1]
Canções: