No artigo a seguir analisaremos em profundidade Alice Babs, figura/tema/data que tem chamado a atenção do público nos últimos tempos. Ao longo das próximas linhas exploraremos as suas origens, o seu impacto na sociedade atual e as implicações que tem para o futuro. _Var1 tem gerado um intenso debate entre especialistas e cidadãos comuns, por isso é fundamental compreender todas as facetas deste fenómeno. Desde o seu aparecimento, Alice Babs desencadeou uma onda de opiniões conflitantes, e será nosso objetivo elaborar uma análise imparcial e exaustiva que permita ao leitor formar uma opinião informada sobre o assunto.
Alice Babs (nome verdadeiro: Hildur Alice Nilsson (Kalmar, 26 de janeiro de 1924 — 11 de fevereiro de 2014[1]) foi uma cantora e atrizsueca. Embora trabalhasse em grande número de géneros, era melhor conhecida internacionalmente como cantora de jazz. Em 1939, já cantava em clubes noturnos. Tornou-se conhecida através do filme Swing it magistern (1940). Participou em mais de uma dúzia de filmes suecos.[2][3]
Em 1958, foi a primeira cantora a representar a Suécia no Festival Eurovisão da Canção, terminando a competição em 4º lugar, interpetando a canção Lilla stjärna (Estrelinha). Nesse mesmo ano, formaria a banda Swe-Danes, com Ulrik Neumann e Svend Asmussen. Esta banda faria uma tourneé pelos Estados Unidos e foi dissolvida em 1961. Em 1963, iniciou um período de colaboração com Duke Ellington. Entre outros trabalhos, interpretou o seu segundo e terceiro Sacred Concerts que foram originalmente escritos para ela. A sua voz tinha um grande alcance e Ellington disse que quando ela não cantava as partes que eram para ela, ele tinha de usar três diferentes cantoras.