Este artigo abordará o tema Asparapete, que ganhou relevância em diversas áreas nos últimos anos. Desde o seu surgimento, Asparapete tem captado a atenção de académicos, especialistas e do público em geral, gerando controvérsia e debate em torno das suas implicações e consequências. Ao longo das próximas linhas serão exploradas diferentes perspetivas e abordagens relacionadas com Asparapete, bem como o seu impacto na sociedade, na economia e na cultura. Através de uma análise detalhada e rigorosa, pretende-se lançar luz sobre este tema e contribuir para a compreensão e reflexão sobre Asparapete.
Asparapete | |
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Morte | 586 |
Nacionalidade | ![]() |
Filho(a)(s) | Bestã Bindoes |
Ocupação | General |
Título |
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Asparapete (m. 586) foi, segundo o historiador armênio Sebeos, um oficial militar sassânida da família Ispabudã.
Seu nome é uma possível confusão entre o título armênio asparapetes (equivalente ao aspabedes persa) e seu nome. Para Parvaneh Pourshariati, através de dados existentes e com base na cronologia de Sebeos, é possível associar este Asparapete com o aspabedes sassânida que comandou as tropas ocidentais do Império Sassânida na mesma época e que foi variadamente mencionado em outras fontes como Xapur (Abu Hanifa de Dinavar), Curbundadui (Nihayat) e Carrade (Épica dos Reis).
Talvez filho ou neto de outra pessoa chamado Aspebedes, foi avô do xá Cosroes II (r. 591–528), fruto do casamento de sua filha com o xá Hormisda IV (r. 579–590); além deste parentesco, sabe-se que era pai de Bestã e Bindoes. Segundo Sebeos, Asparapete foi "grande parta e aspetes Palave ", um dos "generais do rei persa que vieram um após o outro à terra da Armênia." Seguindo a cronologia de Sebeos, Robert Thomson sugere que este oficial teve mandato que durou entre 580 e 586. Ainda segundo Sebeos, num episódio corroborado pelas fontes islâmicas, Hormisda IV chamou Asparapete de volta e matou-o em 586, substituindo-o como aspabedes do ocidente por seu filho Bestã.