No mundo de hoje, Chehab desempenha um papel fundamental na sociedade. Quer seja no campo da tecnologia, cultura, política ou qualquer outro aspecto da vida quotidiana, Chehab tem um impacto significativo. Desde as suas origens até à atualidade, Chehab tem sido objeto de estudo, debate e polémica, gerando constante interesse por parte de especialistas e fãs. Neste artigo exploraremos em profundidade o papel de Chehab na sociedade atual, analisando a sua influência em diferentes áreas e a sua relevância no mundo contemporâneo.
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1697 - 1842 Reinado da família "Chehab" - Bachir Chehab.
1840 - Conflitos confessionais entre cristãos e druzos.
1842 - Instituído o regime de "caimacamats" (tipo de prefeituras) e o Líbano foi dividido em dois, sendo o Norte administrado por um maronita e o Sul administrado por um druzo.
No final do século XVII, a dinastia Maan morreu e suas terras foram herdadas pela família Chehab, Emirs of Waditaim. Seguindo os costumes usuais que serviam como base para governo no Líbano, os senhores feudais reconheceram os Chehabs e o Sultão conforme seus investimentos. Seus palácios foram situados em volta da quadra central de Deir el qamar através do século XVIII.
Devido a desentendimentos familiares, o posicionamento do palácio de Deir el qamar, e a extensão de seu poder, emir Bechir II decidiu construir seu próprio palácio em Beit Eddine, uns cinco quilômetros de Deir el Qamar. Propositalmente situado num impressionante vale de rocha maciça, o novo palácio foi estendido em aproximadamente 100 metros em extensão a fim de incrementar o poder de Emir e a glória de seu reino. Seguindo o estilo tradicional, sua aparência externa tem uma rústica simplicidade de uma fortaleza que domina a estrada que cruza as colinas e vales ligando Deir el Qamar a Beit Eddine. Os jardins do terraço invadiam o palácio enquanto mais jardins plantados com ciprestes e outras árvores decoravam o parque interior e circulam os vários edifícios. No final do século XVIII, o palácio completo permanecia como residência de Emir até o dia de seu exílio em 1840.Depois da supressão do Emirado em 1842, o palácio continuava por algum tempo a ser a posse de seus herdeiros até que em 1861 ele foi comprado pelo Estado para se tornar a residência do governo de Mutasariff até 1914.
A rota original de acesso pelos cavalos e pedestres não mais é permitida desde o final do século XIX, Mutasariffs deixou-o cair em desuso e construiu uma nova estrada seguindo a colina. Como resultado, o palácio perdeu sua dominante posição pelo qual foi desenhado, e de agora em diante a presente estrada de acesso ruma lado ao palácio permitindo uma verdadeira visão panorâmica.
L’emir Bashir Chehab – Rei do Líbano
L’emir Bashir Chehab II – Príncipe e herdeiro do trono do rei
General Fouad Chehab – Ex-ditador do Líbano
Fouad Chehab – Ex-Presidente do Líbano
Khaled Chehab - Ex-Premier Ministre do Libano
Em 1697, depois de extinta a dinastia dos Maan, o governo otomano convocou os libaneses a decidir por seu novo governador. Eles escolheram, em reunião dos chefes libaneses, por Bashir Chehab. Começou assim, a dinastia Chehab no Líbano, cujo representante mais relevante foi o emir Bashir Chehab II, que governou de 1788 a 1840. Durante seu governo, o emir Bashir Chehab II, na intenção de se ver livre do domínio otomano, enviou munições a Napoleão (que intentava conquistar o Oriente Médio). Ele também firmou um acordo secreto com Mohammed Ali Paxá do Egito com o mesmo propósito.
O Líbano, sob Bashir Chehab II, prosperou em diversas áreas; o governo foi mais transparente e tratou os cidadãos com mais igualdade do que os precedentes. Infelizmente, o emir perdeu boa parte do apoio popular quando, entre 1832 e 1840, tropas egípcias opositoras aos Otomanos ocuparam o Líbano com a permissão de Bashir II. A população, em virtude do mau tratamento a ela conferido pelos invasores, exigia de Bashir II a expulsão dos egípcios, ao que o emir se opôs. Desta forma, acabou por abdicar ao governo em 1840.
A partir de 1841, guerras civis irromperam no Líbano, iniciando um período conturbado na história do país. É importante mencionar que potências externas tiveram um papel chave nos conflitos: a França apoiava os cristãos e a Inglaterra, os druzos. Finalmente, os Otomanos não viram saída senão a divisão do Líbano em dois distritos: um cristão e outro druzo.
As conturbações prosseguiram intensamente num crescendo, culminando em um conflito extremamente sangrento em 1860, com saldo de mais de 1000 mortos.
Em 1930 com a abertura do Consulado do Brasil em Beirute e 1945 com o estabelecimento das Relações Diplomáticas entre o Brasil e o Líbano, muitos libaneses, durante a Segunda Guerra se refugiaram no Brasil, como seus primeiros imigrantes os irmãos Anis, Bahige e Samir Chehab,trazendo a árvore genealógica da família e futuramente L'emir Alfredo Chehab, descendente direto de Bashir Chehab II e primo do General Fouad Chehab, cujas raízes instalaram-se no interior dos Estado do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Ceará.
Em setembro de 1958, após intervenção americana, devido a revolta dos chefes da Oposição Libanesa, ocorreu a eleição do General Fouad Chehab como Presidente da República Libanesa (1958 - 1964), mas muitos representantes da realeza decidiram permanecer no Brasil após constituir família e negócios.