Neste artigo, exploraremos o impacto de Daeva em vários aspectos da sociedade contemporânea. Da sua influência na cultura popular à sua importância na academia, Daeva deixou uma marca indelével na forma como vivemos, pensamos e nos relacionamos. Desde tempos imemoriais, Daeva tem sido objeto de fascínio e debate, gerando múltiplas interpretações e reflexões. Através de uma análise detalhada e multidisciplinar, tentaremos desvendar os mistérios e significados que Daeva contém e como moldou a nossa história e as nossas expectativas para o futuro.
Este artigo ou secção contém uma lista de referências no fim do texto, mas as suas fontes não são claras porque não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (Setembro de 2020) |
Õs daeva ( Avéstico: 𐬛𐬀𐬉𐬎𐬎𐬀 daēuua; Sânscrito: देव deva ) é uma entidade sobrenatural zoroástrica com características desagradáveis. Nos Gatas, os textos mais antigos do cânone zoroastriano, os daeva são "deuses que devem rejeitados". Este significado é- sujeito a interpretação- talvez também evidente na "inscrição daiva" do persa antigo do século V AEC. No Novo Avestá, os daeva são divindades que promovem o caos e a desordem. Em tradições e folclores posteriores, os dēws (persa médio zoroástrico; Novo Persa: divs) são personificações de todos os males imagináveis.
Daeva, o termo da língua iraniana, compartilha a mesma origem de "Deva" da mitologia indiana, mais tarde incorporada às religiões indianas. Embora a palavra para os espíritos védicos e a palavra para as entidades zoroastrianas sejam etimologicamente relacionadas, sua função e desenvolvimento temático são completamente diferentes. Originalmente, o termo era usado para denotar seres do folclore cultural anterior ao uso nas escrituras.
Equivalentes para o avéstico daeva em línguas iranianas incluem dew dos idiomas pashto, baluchi e curdo e dīv ou deev do persa, todos os que se aplicam aos ogros, monstros e outras criaturas vis. A palavra iraniana foi emprestada ao armênio antigo como dew, em georgiano como devi, em urdu como deo e em turco como div, com as mesmas associações negativas nessas línguas. Em inglês, a palavra aparece como daeva, div, deev, e nos romances de fantasia do século 18 de William Thomas Beckford como dive.
Especula-se que o conceito dos daevas como uma força malévola pode ter sido inspirado nos deuses citas.