O tema de Friso tem chamado a atenção de pessoas de todas as idades e setores da sociedade. É um tema que vem sendo debatido e discutido há anos e continua relevante até hoje. Friso é algo que afeta a todos nós de alguma forma, seja a nível pessoal, profissional ou social. Neste artigo, exploraremos diferentes aspectos relacionados a Friso e como ele impacta nossas vidas. Desde a sua origem e história até ao seu envolvimento na sociedade atual, Friso é um tema que merece ser analisado em profundidade para melhor compreendermos a sua importância e impacto no nosso quotidiano.
Friso na arquitetura clássica, é um espaço compreendido na parte superior do entablamento, que separa a cornija da arquitrave, de um edifício ou monumento, comummente adornado por esculturas, com inscrições.[1][2] O termo refere-se geralmente a uma barra ou faixa pintada, esculpida ou com inscrições, disposta horizontalmente, que guarnece exteriormente ou interiormente a parte superior de um edifício ou cómodo.[3] No sentido comum, é uma faixa para divisão ou ornamentação de uma superfície de parede, geralmente na parte superior e que podem ocupar tanto o exterior como o interior do edifício.[2]
Em edifícios de ordem dórica, o friso é normalmente composto por tríglifos alternados (cumprindo blocos rectangulares, cada um aformoseado com três estrias verticais) e métopas que os intercalam. Em edifícios de ordem jónica ou compósita, o friso é ornamentado com figuras em relevo, como é exemplo o tesouro de Cnidians em Delfos (início do século V a.C.) ou o monumento corágico de Lysicrates em Atenas (334 a.C.).[4] Em edifícios romanos o friso era decorado com motivos vegetalistas, como palmetas[nt 1] e folhas de acanto[nt 2] ou guirlandas. Em finais do Romano e em várias esculturas do Renascimento, o perfil do friso apresentava uma superfície convexa, tendo então sido designado de friso pulvino.[4]
O friso pulvino apresenta uma superfície convexa. Esses frisos foram característicos do século XVII, principalmente no modernismo nórdico, com maior predominância os frisos secundários, e bastante utilizados na arquitetura de interiores e mobiliário.[7]
O mais famoso dos frisos de ornamento é indubitavelmente o friso esculpido na parte superior da parede exterior da cela do Partenon, logo abaixo da cobertura do pórtico.[4] Este friso possui 101 cm de altura e 160 metros de comprimento, estando decorado com representações da procissão cerimonial do Festival Panathinaiko e é caracterizada pela soberbo ritmo conceptual do desenho, produto de uma admirável execução artística. É expressão máxima da escultura grega de meados do século V a.C., e é o mais famoso exemplo da escultura arquitectónica clássica.[4]