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Gérard Castello-Lopes | |
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Nome completo | Gérard Maria José Leveque de Castello-Lopes |
Nascimento | 6 de agosto de 1925 Vichy, França |
Morte | 12 de fevereiro de 2011 (85 anos) Paris, França |
Ocupação | Fotógrafo, crítico, distribuidor de cinema |
Gérard Maria José Leveque de Castello-Lopes (Vichy, 6 de Agosto de 1925 — Paris, 12 de fevereiro de 2011) foi um fotógrafo, crítico e distribuidor de cinema português.
Filho do magnata português e de uma senhora francesa da alta sociedade, Gérard nasceu em Vichy. Frequentou o Colégio Militar, em Lisboa.
Viveu ao longo da sua vida, em Lisboa, Cascais e Estrasburgo, onde integrou o Corpo Diplomático da Missão Permanente de Portugal junto do Conselho da Europa. Mais tarde fixaria residência em Paris. Licenciado em Economia, pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, dedicou a sua vida ao cinema e à fotografia. Herdeiro e gerente da distribuidora Castello-Lopes, fundada pelo seu pai, foi também assistente de realização de Artur Ramos e de Fernando Lopes no filme "Os Pássaros de Asas Cortadas" (1962), co-autor e assistente de produção e realização da curta-metragem de 1970, "Nacionalidade: Português", e foi um dos fundadores do Centro Português de Cinema.[1] Entre 1991 e 1993, foi presidente do júri do Instituto Português de Cinema, e integrou o conselho consultivo da Culturgest.[2] Foi crítico de cinema, de 1964 a 1966, na revista O Tempo e o Modo, e escreveu para os jornais A Tarde e o Semanário, entre 1982 e 1984.[2] Também foi assistente de encenação de duas óperas, subsidiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, e produzidas pelo Grupo Experimental de Ópera de Câmara.[2]
Fotógrafo a partir de 1956, desenvolveu a sua criação de forma autodidacta, seguindo os ensinamentos de Henri Cartier-Bresson, e bebendo a influência da pintura, da escultura, do cinema e da própria fotografia. Os fundamentos técnicos da fotografia, apreendeu-os através de revistas e livros estrangeiros da especialidade.[7]
Realizou dezenas de exposições individuais, antes e depois do 25 de Abril de 1974, e participou em diversas exposições colectivas, tanto em Portugal como no estrangeiro, mas foi apenas em 1982 que se relançou como fotógrafo, através de uma mostra retrospectiva.[2]
O filho é o jornalista e humorista David Castello-Lopes[8].
ANEXO