A importância de Goodbye, Columbus na sociedade contemporânea é inegável. Quer se trate de um tema atual, de uma figura proeminente, de um fenómeno cultural ou de um conceito fundamental, Goodbye, Columbus desempenha um papel crucial no nosso quotidiano. Neste artigo exploraremos diferentes aspectos relacionados com Goodbye, Columbus, desde o seu impacto no nível pessoal até a sua influência na esfera global. Através de análises detalhadas, procuramos compreender a relevância e o significado de Goodbye, Columbus hoje, bem como a sua evolução ao longo do tempo. Da mesma forma, examinaremos o seu papel em vários contextos e a sua interação com outros elementos da sociedade. Através desta jornada, esperamos lançar luz sobre a importância e complexidade de Goodbye, Columbus na sociedade contemporânea.
Goodbye, Columbus | |
---|---|
No Brasil | Paixão de Primavera[1] |
![]() 1969 • cor • 102 min | |
Gênero | comédia drama romance |
Direção | Larry Peerce |
Produção | Stanley R. Jaffe |
Roteiro | Arnold Schulman |
Elenco | Richard Benjamin Ali MacGraw Jack Klugman |
Música | Charles Fox |
Diretor de fotografia | Enrique Bravo Gerald Hirschfeld |
Direção de arte | Emanuel Gerard |
Figurino | Gene Coffin |
Edição | Ralph Rosenblum |
Companhia(s) produtora(s) | Willow Tree |
Distribuição | Paramount Pictures |
Lançamento | ![]() ![]() |
Idioma | inglês |
Receita | US$22,939,805[2] |
Goodbye, Columbus (Brasil: Paixão de Primavera) é um filme norte-americano de 1969, do gênero comédia, dirigido por Larry Peerce e estrelado por Richard Benjamin e Ali MacGraw[3], com roteiro de Arnold Schulman baseado no romance homônimo de Philip Roth.
O filme marca a estreia de Richard Benjamin no cinema e o primeiro papel principal de Ali McGraw. Quem se destaca, porém, segundo o crítico Leonard Maltin, é Michael Meyers, como o irmão de Ali.[4]
Jaclyn Smith, como uma modelo, e Jan Peerce (pai do diretor), como o convidado de um casamento, fazem pequenas pontas.[4]
Neil, jovem de parcas posses, e Brenda, bela judia rica, apaixonam-se um pelo outro contra a vontade dos pais dela. O casal, então, passa a se encontrar em alguns dos mais sórdidos motéis de Nova Iorque. Para prevenir a gravidez, Brenda dispensa pílulas anticoncepcionais, que lhe fazem mal, e opta pelo diafragma. Desgraçadamente, este é descoberto por sua mãe... e o circo está armado.[5]
Patrocinador | Prêmio | Categoria | Situação |
---|---|---|---|
Academia de Artes e Ciências Cinematográficas | Oscar | Melhor Roteiro Adaptado | Indicado[6] |
Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood | Golden Globe | Melhor Filme - Comédia ou Musical Revelação Feminina (Ali MacGraw) Melhor Canção Original |
Indicado[7] Vencedor[7] Indicado[7] |
British Academy of Film and Television Arts | BAFTA | Melhor Ator Coadjuvante - Cinema (Jack Klugman) Melhor Roteiro Adaptado Revelação Feminina (Ali MacGraw) |
Indicado[carece de fontes] Indicado Indicada[carece de fontes] |
Directors Guild of America | DGA | Melhor Diretor | Indicado[carece de fontes] |
Sindicato dos Roteiristas Norte-Americanos | WGA | Melhor Roteiro Adaptado - Comédia | Vencedor[carece de fontes] |
Ator/Atriz | Personagem |
---|---|
Richard Benjamin | Neil Klugman |
Ali MacGraw | Brenda Patimkin |
Jack Klugman | Ben Patimkin |
Nan Martin | Senhora Patimkin |
Michael Meyers | Ron Patimkin |
Lori Shelle | Julie Patimkin |
Monroe Arnold | Tio Leo |
Kay Cummings | Doris Klugman |
Sylvie Strause | Tia Gladys |
Royce Wallace | Carlotta |
Mari Gorman | Laura Simpson Sockaloe |
Jan Peerce | Primo Manny |
O tema principal e duas outras canções foram compostas e interpretadas por The Association, banda pop de sucesso na década de 1960.[carece de fontes]