Neste artigo, mergulharemos no fascinante mundo de Héxapla, explorando suas múltiplas facetas e significados. De uma abordagem histórica para uma abordagem contemporânea, analisaremos como Héxapla deixou sua marca em diferentes aspectos da sociedade. Através de pesquisas e testemunhos, iremos revelar as diferentes perspectivas que existem em torno de Héxapla, permitindo ao leitor obter uma visão ampla e enriquecedora sobre este tema. Das suas origens ao seu impacto hoje, mergulharemos numa viagem de descoberta e reflexão sobre Héxapla.
Hexapla (em grego: Ἑξαπλά, "sêxtuplo") é uma edição da Bíblia editada em seis versões diferentes alinhadas lado-a-lado. Ela se aplica particularmente para a edição do Antigo Testamento compilada por Orígenes.
Orígenes compilou seis versões, em grego e hebraico), da Bíblia:
Esta recensão eclética da Septuaginta de Orígenes teve uma significativa influência no texto do Antigo Testamento em diversos manuscritos importantes, como o Codex Sinaiticus. A obra original, que acredita-se ter tido por volta de 6.000 páginas em 50 volumes e que provavelmente só existiu em uma única cópia, parece ter sido abrigada na biblioteca dos bispos de Cesareia por séculos, mas que se perdeu o mais tardar durante a invasão islâmica em 638. Os fragmentos sobreviventes e cópias parciais apareceram em diversas edições, como por exemplo a de Frederick Field (1875).
Estes fragmentos estão, em 2012, em processo de re-publicação (com material adicional descoberto desde a edição de Field) por um grupo internacional de acadêmicos da Septuaginta, no projeto chamado "The Hexapla Project" sob os auspícios da International Organization for Septuagint and Cognate Studies e dirigido por Peter J. Gentry (do Southern Baptist Theological Seminary), Alison G. Salvesen (da Oxford University) e Bas ter Haar Romeny (da Universidade de Leiden).