Haemophilus ducreyi

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Haemophilus ducreyi
Fotomicrografia do H. ducreyi
Fotomicrografia do H. ducreyi
Classificação científica
Reino: Bacteria
Filo: Proteobacteria
Classe: Gammaproteobacteria
Ordem: Pasteurellales
Família: Pasteurellaceae
Género: Haemophilus
Espécie: H. ducreyi
Nome binomial
Haemophilus ducreyi
(Neveu-Lemaire 1921)
Bergey et al. 1923

O Haemophilus ducreyi é um cocobacilo gram-negativo, pleomórfico, causador da doença sexualmente transmissível denominada cancro mole ou cancróide. É um parasita obrigatório, não produzindo toxinas.


Quadro Clínico

O cancro mole (popularmente "cavalo" pt-br) é uma IST aguda, muito contagiosa, constituindo em uma das causas de úlceras genitais. Inicia-se como uma lesão eritemato-papular, que evolui para pústula, e finalmente para úlcera com base necrótica, muitas vezes purulenta, e borda irregulares, eritemato-edemadosas e dolorosas sem induração. Em geral ocorrem múltiplas lesões e adenopatia inguinal em cerca de 50%, habitualmente unilateral , ("bubão"), com possível flutuação e drenagem espontânea.

Diagnóstico Laboratorial

Para identificação do agente patogénico em questão, recolhe-se o exsudato purulento ou o aspirado de um gânglio linfático, o qual é submetido ao exame microscópico (coloração de Gram). Posteriormente é feito um exame cultural em meio enriquecido com factor X, isto é, hemina. Podem também ser realizados exames moleculares.

Faz-se necessário diferenciação da infecção por Haemophilus ducreyi com outras causas de úlceras genitais, como sifílis, HSV, donovanose e LGV.

Tratamento

Após o diagnóstico laboratorial, é recomendado a abstenção do contato sexual até o fim do tratamento, de maneira a impedir a disseminação da doença, e como antibioterapia de 1ª linha, é-lhe ministrada azitromicina em dose única. Como antibioterapia de 2a. linha, eritromicina, cefotriaxona ou ciprofloxacina são comummente utilizados. Os parceiros sexuais devem também ser tratados.

Referências