Hoje entramos no fascinante mundo de Interscope Records, um tema que tem captado a atenção e o interesse de pessoas ao redor do mundo. Interscope Records é um tema relevante na sociedade atual e tem gerado uma série de discussões e debates em diversas áreas. Neste artigo exploraremos as diferentes facetas e perspectivas de Interscope Records, desde suas origens até seu impacto hoje. Iremos aprofundar-nos na sua relevância na cultura popular, na sua influência na política e na sua implicação na vida quotidiana das pessoas. Junte-se a nós nesta jornada de descoberta e reflexão sobre Interscope Records.
Interscope Records | |
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Fundação | 1989 |
Fundador(es) |
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Distribuidor(es) | Interscope Geffen A&M (EUA) Universal Music Distribution(Internacional) Polydor Records (Europa) |
Gênero(s) | Vários |
País de origem | Estados Unidos ![]() |
Localização | Santa Mônica, Califórnia |
Página oficial | http://interscope.com |
Interscope Records é uma gravadora americana. Uma marca da Interscope Geffen A&M Records, sua controladora é a Universal Music Group, uma subsidiária da Vivendi SA.
A Interscope foi fundada em 1990 por Jimmy Iovine e Ted Field como uma empreendimento conjunto de US$ 20 milhões com a Atlantic Records, da Warner Music Group. Na época, diferia da maioria das gravadoras ao dar autoridade para tomada de decisões ao equipe de artista e repertório e permitindo que artistas e produtores tivessem completo controle criativo.[1] Teve suas primeiras canções de sucesso menos de um ano após sua fundação e alcançou lucratividade em 1993.[2] Iovine atuou como presidente e diretor executivo até maio de 2014, quando foi sucedido por John Janick.[3]
Em 1992, a Interscope adquiriu os direitos exclusivos para comercializar e distribuir a gravadora de hardcore rap Death Row Records, cujos artistas incluíam estrelas do hip hop Tupac Shakur, Dr. Dre e Snoop Dogg, em meio a controvérsia do gangsta rap dos anos 90. Como resultado, a Time Warner, ex-proprietária da WMG, rompeu relações com a Interscope vendendo sua participação de 50% para a Field e a Iovine por US$ 115 milhões em 1995. Em 1996, 50% da marca foi adquirida pela MCA Music Entertainment Group por US$ 200 milhões.[2][4][5]
A Interscope está sediada em Santa Monica, Califórnia. Os artistas mais vendidos da gravadora incluem Lady Gaga, U2 e Eminem.
A Interscope foi fundada em 1990 por Jimmy Iovine e Ted Field com suporte fincanceiro da Atlantic Records (que foi dona de 50% das ações da empresa). Com sua criação, foi inicialmente distribuída por uma subsidiária da Atlantic Records, a East West Records America.
O primeiro lançamento sob o selo da Interscope foi do rapper latino Gerardo, que chegou ao top 5 de vendas, recebendo Disco de Ouro com "Rico Suave", na primavera de 1991. Muitos outros sucessos surgiram no ano em que o selo lançou o primeiro álbum de Marky Mark and the Funky Bunch, que recebeu Disco de Platina em 1992. Durante esse tempo, a Interscope também fechou contrato com Tupac Shakur, Primus, Limp Bizkit, No Doubt e Nine Inch Nails. Eles também lançaram o primeiro álbum de Bad4Good, Refugee, em 1992, que também foi um sucesso comercialmente.
Como a Interscope inicialmente criou seu nome para ser um selo de gravação de hip-hop, na metade da década de 1990 seu campo de abrangência começou a expandir-se, e consequentemente a companhia eventualmente experimentou o sucesso de alguns artistas de outros gêneros, como por exemplo o grupo de Rock Industrial Nine Inch Nails (Nothing Records), Marilyn Manson, ou a banda de Heavy Metal Black Tide. Em 1998, após a aquisição pela UMG, a PolyGram—Geffen Records e a A&M Records foram unidas à Interscope, criando a mais poderosa empresa da UMG, que é até hoje. Em 2005, a Interscope lançou um novo selo, a Cherrytree Records, para artistas emergentes, começando por The Lovemakers, de Oakland, Califórnia. Eles também estão trabalhando com Natalia Kills, Bone Thugs-n-Harmony, JoJo, Ellie Goulding, Nicole Scherzinger, Girls' Generation, Lady Gaga, Madonna, Blink 182, The Pretty Reckless, Billie Eilish e agora com as maiores revelações de 2012 Lana Del Rey, Carly Rae Jepsen e Azealia Banks. Em 2013 lançou contrato com Kendrick Lamar e em 2014 assinou contrato com a Pop-star Selena Gomez. Recentemente, assinou acordo de contrato com o rapper Rich the Kid e com a banda Thirty Seconds To Mars.
Vários artistas criticaram a Interscope por atrasar lançamentos de álbuns. Em 2013, M.I.A. disse que seu álbum Matangi foi engavetado porque a gravadora sentiu que o álbum era "muito positivo" para seus fãs.[6] Em 2010, a rapper Eve deixou a Interscope após um atraso de três anos de seu álbum "Lip Lock".[7] Blink-182, All Time Low e 50 Cent também criticaram a Interscope sobre assuntos semelhantes.[8]
Em 2007, o vocalista do Nine Inch Nails, Trent Reznor criticou a Universal Music Group pelo preço inflacionado do álbum Year Zero na Austrália. Em entrevista ao "Herald Sun" em Melbourne, ele disse que um funcionário da UMG afirmou que o NIN tinha "uma audiência fiel que vai comprar qualquer coisa que nós lançarmos, então podemos cobrar mais... Os verdadeiros fãs pagarão o que for".[9] Nine Inch Nails assinou com a Columbia Records em 2013.[10]
Ao discutir seu álbum de 2006, The Captain & The Kid, com Cameron Crowe na Rolling Stone, Elton John disse: "Eu fiquei tão furioso com a Interscope Records porque eles lançaram e largaram. Eu tive reuniões no sul da França, e eu disse: 'Eu sei que este não é um álbum comercial, eu só quero que faça o seu melhor', e eles soltaram com se fosse uma merda. É provavelmente por isso que eu não fiz outro álbum solo. Foi um puro desgosto".[11]
Em 15 de março de 2015, o álbum de Kendrick Lamar, To Pimp a Butterfly, foi lançado no iTunes, Spotify e Google Play oito dias antes de sua data de lançamento programada (23 de março). O CEO da Top Dawg Entertainment, Anthony Tiffith, culpou a Interscope pelo lançamento não intencional do álbum, e twittou: "Eu gostaria de agradecer pessoalmente à Interscope por estragar o nosso lançamento. Alguém tem que pagar por esse erro. #TOP!"[12][13] O Tweet foi posteriormente deletado. No dia seguinte, a opção de comprar o álbum foi removida do iTunes. O álbum estreou no número um quando foi lançado oficialmente.[14]
Em 7 de novembro de 2011, foi relatado que o grupo sul-africano de rap Die Antwoord estava deixando a Interscope Records por causa de uma disputa com a gravadora que queria que seu segundo álbum de estúdio "Tension" fosse re-trabalhado para "públicos populares".[15][16] Problemas com a Interscope surgiram quando o grupo decidiu que o single principal de seu segundo álbum seria "Fok julle naairs" (traduzido livremente para "Fodam-se fofoqueiros"). O álbum foi lançado pela Zef Recordz no início de 2012.[17]