Neste artigo, pretendemos explorar o fascinante mundo de Jean-Pierre Vernant e tudo o que ele representa. Desde as suas origens até à sua influência hoje, este tema tem captado o interesse de pessoas de todas as idades e profissões. Nas próximas páginas analisaremos detalhadamente suas características, impacto e possíveis repercussões futuras. Sem dúvida, Jean-Pierre Vernant é um tema que não deixa ninguém indiferente e que merece ser conhecido na íntegra.
Jean-Pierre Vernant | |
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Nascimento | 4 de janeiro de 1914 Provins |
Morte | 9 de janeiro de 2007 (93 anos) Sèvres |
Nacionalidade | francês |
Prêmios | Medalha de Ouro CNRS (1984) |
Campo(s) | história, antropologia |
Jean-Pierre Vernant (Provins, 4 de janeiro de 1914 – Sèvres, 9 de janeiro de 2007) foi um historiador e antropólogo francês, especialista na Grécia Antiga, particularmente na mitologia grega. Foi professor honorário do Collège de France.
Inicialmente prosseguiu os estudos em filosofia, e recebeu a sua admissão neste campo em 1937.
Como membro dos "jovens comunistas", juntou-se à Resistência Francesa durante a Segunda Guerra Mundial. Foi também membro da "Libération-Sud" fundada por Emmanuel d'Astier. Depois disso comandou as "Forças Francesas do Interior" (FFI) na Haute-Garonne sob o pseudónimo de "Colonel Berthier". Ele foi um "Companheiro da Libertação".
Depois da guerra permaneceu no Partido Comunista Francês. Foi membro do comité francês de patrocínio a Década para a Promoção da Cultura de Paz e Não-Violência para as Crianças do Mundo. Ele financiou a organização Non-Violence XXI desde a sua criação em 2001.
Entrou no Centre national de la recherche scientifique (CNRS, "centro nacional de pesquisa científica") em 1948 e, sob a influência de Louis Gernet regressou aos estudos da antropologia da Grécia Antiga. Dez anos depois tornou-se director de estudos na École des hautes études en sciences sociales (EHESS). Ele escreveu frequentemente em ambos sobre as semelhanças e as diferenças entre a Grécia Antiga e a moderna Sociedade Ocidental, com notável consideração pela prática da democracia.
Em 1971 foi professor no departamento de filosofia da Universidade de São Paulo, juntamente com François Châtelet.[1] Em razão da ditadura militar no Brasil, vários professores foram exilados, o que acabou gerando um risco de extinção do departamento de filosofia. Vernant se prontificou a ser professor do departamento, a fim de ajudar os colegas brasileiros e atrair maior atenção internacional à situação de exceção no país.
Foi galardoado com a Medalha de Ouro CNRS de 1984. Em 2002 recebeu um doutoramento "honoris causa" pela Universidade de Creta.
A sua interpretação do mito de Prometeu teve uma importante influência no filósofo Bernard Stiegler.
Precedido por Evry Schatzman |
Medalha de Ouro CNRS 1984 com Jean Brossel |
Sucedido por Piotr Słonimski |