No mundo de hoje, Kripta é um tema de grande relevância e interesse para um amplo espectro de pessoas. Quer se trate de uma questão política, social, científica ou de entretenimento, Kripta captou a atenção de indivíduos de todas as idades e origens. Com uma história rica e variada, Kripta continua sendo um ponto de discussão e debate até hoje. Neste artigo, exploraremos os diferentes aspectos de Kripta e o seu impacto na sociedade moderna, bem como as implicações que tem para o futuro.
Kripta | |
---|---|
![]() | |
Editora(s) | RGE[1] |
Formato de publicação | 1 a 26 Formato americano (17 x 24 cm) 27 a 50 Formatinho (13,5 x 20,5 cm) 51 até 60 Formatinho (13,5 x 19 cm)[1] |
Primeira publicação | 17 de setembro de 1976[1] |
Kripta foi uma revista em quadrinhos de terror publicado entre 17 de setembro de 1976[1] a junho de 1981 pela editora RGE (Rio Gráfica e Editora).
Foram ao todo 60 edições de Kripta. A totalidade das histórias e do material publicado provinham do exterior, na revista foram publicadas histórias oriundas das revistas americanas Creepy e Eerie Warren Publishing, ao contrário da Spektro e da Calafrio, entre outras.[2]
A Exemplo de revistas como a Mad da EC Comics, as revistas Creepy e Eerie para não sofrer a censura do Comics Code Authority eram publicadas no formato magazine (formato usado em revistas como a Veja) impressa em preto e branco.[3][4]
Normalmente de autores consagrados, como José Ortiz, Esteban Maroto, Frank Miller, Rafael Auraleon, Tom Sutton, Vicente Alcazar, Gonzalo Mayo, Alex Toth, Neal Adams, Bruce Jones, entre tantos outros.[1] Gerou outras revistas "irmãs", como Shock,[1] Fetiche e 3ª Geração, essa última trazia histórias de ficção científica e fantasia da Marvel Comics e da revista underground Witzend.[5]
Veio também a concorrência, Spektro pela Editora Vecchi, algumas revistas (especialmente com o célebre selo "Capitão Mistério") pela Bloch Editores e depois pela D-Arte, Mestres do Terror e Calafrio. Cabe ressaltar que o gênero terror em hqs fez bastante sucesso no passado, especialmente nas décadas de 1960, 1970 e 1980, daí o grande número de publicações.
Em 1991, a Editora Record publicou a revista "Cripta do Terror", uma revista no formato magazine que trazia histórias da EC Comics.[6]
Em Janeiro de 2011, a Mythos Editora lançou um encadernado de histórias da Eerie baseado em uma publicação da Dark Horse Comics intitulado Eerie Archives, o título usado na edição brasileira foi "Cripta - Os clássicos de Horros da revista Eerie".[7]
A Devir Livraria havia anunciado em Janeiro de 2010 que lançaria um encadernado da revista "Creepy", também lançado originalmente para Dark Horse.[8]
Levi Trindade (outubro de 2008). «Todo o Terror da Kripta». Panini Comics. Wizmania: 68 a 69. ISSN 1679-5598