Hoje em dia, Leonor Pinhão tornou-se um tema relevante e interessante para um amplo espectro de indivíduos e comunidades. Desde o seu impacto na sociedade até à sua influência na cultura popular, Leonor Pinhão conseguiu captar a atenção de pessoas de diferentes idades e origens. Este artigo procura explorar as diversas facetas de Leonor Pinhão, analisando o seu significado, as suas implicações e a sua relevância no mundo atual. Através de uma abordagem multidisciplinar, pretende-se oferecer uma visão holística de Leonor Pinhão, convidando o leitor a refletir e analisar criticamente este tema tão presente na nossa realidade.
Leonor Pinhão | |
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Nascimento | 27 de março de 1957 (68 anos) Lisboa, Portugal |
Residência | Lisboa |
Nacionalidade | Portuguesa |
Cônjuge | João Botelho |
Ocupação | Jornalista, tradutora e ghost-writer |
Leonor Pinhão ComM (Lisboa, 27 de Março de 1957) é uma jornalista, tradutora e ghost-writer portuguesa.
É casada com o realizador João Botelho e filha do também jornalista Carlos Pinhão.
Frequentou o curso de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e o curso de Cinema do Conservatório Nacional. Colabora semanalmente, com uma coluna de opinião, no jornal Expresso, escrevendo para a revista Única, na secção Contraste, juntamente com Miguel Esteves Cardoso.
Foi, durante algum tempo, comentadora de futebol no extinto programa Donos da Bola, emitido nas noites de sexta-feira, na SIC, e, mais tarde, no programa Sacanas sem Lei, no Canal Q, com José de Pina pelo Sporting Clube de Portugal e João Nuno Coelho pelo Futebol Clube do Porto.
No programa Grandes Portugueses, emitido pela RTP, foi a defensora de D. Afonso Henriques.
Escreve todas as quintas-feiras no diário desportivo português A Bola, onde aborda principalmente nas suas crónicas o seu clube do coração, o Sport Lisboa e Benfica.
Foi condecorada pelo Presidente Jorge Sampaio a 9 de Junho de 2005 com o grau de Comendadora da Ordem do Mérito.[1]