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Os Romanos sempre tiveram uma grande paixão pelas águas públicas, como demonstram os aquedutos e as termas da Roma Antiga. Ainda hoje o número de fontes a Roma está acima da centena, entre fontes monumentais, fontes ornamentais e fontanários.
Fontes monumentais
Algumas destas fontes constituem o ponto terminal de um dos onze grandes aquedutos que outrora forneciam água a Roma. Na Antiguidade, os aquedutos terminavam num ninfeu, um pequeno templo dedicado a uma ninfa. No início da Idade Moderna foram sendo substituídas, sobretudo pelos papas, pomposas Montras, expressão do seu poder. Os exemplos mais notáveis são as fontes de Trevi e a Moisés, também referida como Fonte da Água Feliz.
A Fontana dell'Acqua Felice' (Fonte da Água Feliz) ou fonte do Museu, situada na Piazza San Bernardo, é o ponto terminal do aqueduto da Água Feliz, baptizada pelo papa Sisto V, Felice Peretti. Está representado um Moisés que faz escorrer água das rochas.
Na Praça de Espanha (Piazza di Spagna), perto da Scalinata di Trinità dei Monti, encontra-se a Fontana della Barcaccia de Pietro Bernini, o pai de Gian Lorenzo Bernini. Entre 1627 e 1629, Piro Bernini construiu a fonte em forma de barco a afundar-se para recordar - segundo narra a lenda - uma barca que, no Natal de 1598, foi encontrada submersa pelo rio Tibre. Na realidade, o artista resolve desta forma um problema técnico: a pressão hídrica era demasiado baixa para construir uma fonte mais alta.
Acima do Gianicolo, em posição extraordinariamente panorâmica, encontra-se o Fontanone. Capricho do papa Paulo V no início do século XVII, como mostra terminal do aqueduto de Trajano, as colunas que o ornamentam provêm da antiga Basílica de São Pedro.
A Praça de São Pedro está decorada com duas grandes fontes onde caem jactos em duas grandes taças monolíticas de granito oriental, retirado de monumentos romanos.