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Louis Marie Edmond Leprince-Ringuet | |
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Nascimento | 26 de março de 1901 Alès |
Morte | 23 de dezembro de 2000 (99 anos) Paris, França |
Nacionalidade | Francês |
Alma mater | École Polytechnique |
Prêmios | Prêmio Félix Robin (1942) |
Instituições | École Polytechnique Collège de France |
Campo(s) | Física |
Louis Marie Edmond Leprince-Ringuet (Alès, 26 de março de 1901 – Paris, 23 de dezembro de 2000) foi um físico, engenheiro de telecomunicações, historiador de ciências e ensaista francês.[1]
Louis Leprince-Ringuet, filho de Félix Leprince-Ringuet, director da École des Mines, e neto de René Stourm, do Instituto de França, foi aluno da École polytechnique, passando depois a Supélec de 1920 a 1923, antes de se tornar engenheiro ao Serviço dos cabos submarinos. Em 1929, trabalha com o físico Maurice de Broglie no laboratório de física de raios X. E é graças a este último, que ele qualificará mais tarde como "pai espiritual", que inicia o seu trabalho no que se tornará a sua especialidade: física nuclear.
Ensina física na École polytechnique de 1936 a 1969 (sucedendo a Charles Fabry) e no Collège de France de 1959 a 1972. A partir de 1949, torna-se membro da Academia das Ciências (de França).
Autor de vários livros e laureado do Prémio literário Ève Delacroix em 1958, é eleito membro da Academia francesa (1966).