No mundo de hoje, Lumpemproletariado tornou-se um tema de constante interesse e debate. Desde o seu surgimento, Lumpemproletariado captou a atenção de pessoas de diversas áreas, gerando opiniões conflitantes e discussões acaloradas. Não importa se é uma descoberta científica, uma figura pública ou um acontecimento histórico, Lumpemproletariado conseguiu transcender fronteiras e atrair a atenção da sociedade em geral. Neste artigo, exploraremos em profundidade o impacto e a relevância de Lumpemproletariado no nosso mundo atual, analisando a sua importância em vários contextos e a sua influência em diferentes aspectos da vida quotidiana.
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O termo lumpemproletariado (do alemão Lumpenproletariat: 'escória do proletariado' ou 'escória social';[1][2] de Lumpen 'trapos, farrapos' + Proletariat 'proletariado'), lumpesinato,[3][4] ou ainda subproletariado, designa, no vocabulário marxista, a população situada socialmente abaixo do proletariado, do ponto de vista das condições de vida e de trabalho, formada por frações miseráveis, não organizadas do proletariado, não apenas destituídas de recursos econômicos, mas também desprovidas de consciência política e de classe, sendo, portanto, suscetíveis de servir aos interesses da burguesia. Assim, segundo os teóricos da revolução, o lumpemproletariado seria pernicioso, já que seu cinismo, e sua absoluta ausência de valores, poderiam contaminar a consciência revolucionária do proletariado.[5]
O termo, que pode ser traduzido, ao pé da letra, como "homem trapo", foi introduzido por Karl Marx e Friedrich Engels, em A Ideologia alemã (1845)[6]. O Lumpenproletariat seria constituído por quem nada contribuía para a produção, dedicados a atividades marginais, como prostitutas, ladrões, etc.
Em O 18 Brumário de Luís Bonaparte, capítulo V, assim é descrito o lumpenproletariat: