No artigo de hoje vamos falar sobre Mónica Serra, um tema que é objeto de debate e estudo há muitos anos. Desde o seu surgimento, Mónica Serra tem gerado interesse em diversas comunidades e tem sido objeto de discussão em diversas áreas. Neste artigo iremos analisar os aspectos mais relevantes de Mónica Serra, explorando as suas origens, as suas implicações e o seu impacto na sociedade atual. Além disso, abordaremos as diferentes perspectivas que existem em torno de Mónica Serra, bem como possíveis soluções ou abordagens para enfrentar os desafios que ela representa. Esperamos que este artigo seja de interesse para quem busca compreender melhor Mónica Serra, e que possa servir de ponto de partida para futuras reflexões e discussões sobre este tema.
Mónica Serra | |
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55.ª Primeira-dama de São Paulo | |
Período | 1 de janeiro de 2007 até 2 de abril de 2010 |
Governador | José Serra |
Antecessor(a) | Renéa Lembo |
Sucessor(a) | Deuzeni Goldman |
45.ª Primeira-dama da cidade de São Paulo | |
Período | 1 de janeiro de 2005 até 31 de março de 2006 |
Prefeito | José Serra |
Antecessor(a) | Luis Favre como primeiro-cavalheiro |
Sucessor(a) | Ana Estela Haddad |
Dados pessoais | |
Nome completo | Sylvia Mónica Allende Serra |
Nascimento | 20 de maio de 1943 (81 anos) Santiago, Chile |
Nacionalidade | chilena |
Cônjuge | José Serra (c. 1967; div. 2013) |
Filhos(as) | 2 |
Profissão | Psicóloga |
Sylvia Mónica Allende Serra (Santiago, 20 de maio de 1943) é uma psicóloga chilena naturalizada brasileira. É ex-primeira-dama da cidade e do estado de São Paulo, como ex-esposa de José Serra.
Sylvia Mónica Allende Ledezma é filha de um engenheiro e de uma pedagoga e diretora de escola. Católica, foi educada em um colégio de freiras. Possui parentesco, apesar de ser distante, do presidente Salvador Allende.[1]
Mónica e José Serra conheceram-se em dezembro de 1966, durante uma festa na capital chilena. Ele era então um jovem exilado pela ditadura militar no Brasil e ela, uma bailarina integrante do Ballet Nacional Chileno, uma das extensões artísticas da Universidade do Chile. Casaram-se no ano seguinte e tiveram dois filhos, a advogada Verônica e o administrador de empresas Luciano. Como ele estava exilado, Mónica viajou sozinha para o Brasil para conhecer a família de seu marido, em 1968, a qual a aceitou bem.
Quando o golpe militar de 1973 derrubou o governo de Salvador Allende e levou Augusto Pinochet ao poder, a família foi obrigada a se asilar. De acordo com Mónica, seu sobrenome, por ser o mesmo do presidente deposto, não facilitava as coisas, e seu irmão chegou a jogar fora sua carteira de identidade. Partiram então para países como Argentina, Itália e França até se instalarem nos Estados Unidos, onde permaneceram por cerca de seis anos.[1]
Obteve nacionalidade brasileira no ano de 1999.
Depois que deixou o balé no fim dos anos 60, Mónica Serra dedicou-se à sua vida acadêmica. Professora aposentada da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e assessora pedagógica no Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas, ela possui mestrados nas universidades norte-americanas Cornell e Drexel e um doutorado pela Universidade de São Paulo (USP).
Como primeira-dama de São Paulo, Mónica coordenou o Fundo Social de São Paulo, organização responsável por atividades sociais e filantrópicas em todo o estado. Seu gabinete ficava no Parque da Água Branca.
Além disso, Mónica Serra é a fundadora das organizações não-governamentais Arte Sem Fronteiras (ASF), que visa à aproximação de produtores culturais e intelectuais latino-americanos, e do Instituto Se Toque, que combate o câncer de mama.
Em agosto de 2010, Mónica Serra viajou às cidades de Curitiba, Fortaleza, João Pessoa, Natal, Recife, Brasília e Maranhão com o objetivo de atrair votos de eleitores para seu marido. Durante a viagem, ela minimizou a queda de José Serra nas pesquisas de intenção de voto.[2]
Em setembro de 2010, na companhia de Índio da Costa, candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por seu marido, Mónica fez campanha em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Nessa ocasião, acusou a principal adversária de José Serra, Dilma Rousseff de ser a favor do aborto; segundo reportagem da Agência Estado, Mónica teria dito a um vendedor ambulante: "Ela é a favor de matar as criancinhas".[3]
Precedido por Renéa Lembo |
Primeira-dama do estado de São Paulo 2007 — 2010 |
Sucedido por Deuzeni Goldman
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