No mundo atual, New York Review of Books tornou-se um tema relevante que gera debates e polêmicas em diversas áreas. Da esfera política à cultural, New York Review of Books captou a atenção de vários atores sociais, que expressaram opiniões conflitantes sobre o assunto. Nesta situação, é fundamental analisar minuciosamente as implicações e consequências de New York Review of Books, bem como refletir sobre as possíveis soluções e alternativas que possam ser propostas. Neste artigo exploraremos detalhadamente a importância de New York Review of Books e seu impacto na sociedade atual, com o objetivo de incentivar o debate construtivo e a troca de ideias.
The New York Review of Books | |
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Logotipo da revista | |
Editor | Rea S. Hederman |
Categoria | cultura filosofia política< ciência tecnologia |
Frequência | quinzenal |
Circulação | Total: 134,488[1] |
Fundação | 1 de fevereiro de 1963 |
País | ![]() |
Idioma | inglês |
ISSN | 0028-7504 |
www |
A New York Review of Books é uma revista quinzenal norte-americana que publica longa opiniões e ensaios, muitas vezes por escritores famosos, poesia, seções de publicidade pessoais e em muitas de suas formatações usam letras artísticas. A revista começou durante a grande greve dos 7 jornais de Nova Iorque de 1963[2], quando seus editores fundadores, Robert Silvers e Barbara Epstein, e alguns amigos, decidiram criar um novo tipo de revista.[3] Da década de 1960 até o século 21, The New York Review of Books tem tentado colocar perguntas no debate sobre vida cotidiana, cultura, ciência e política.