No mundo de hoje, Nuovo Cinema Paradiso é um tema de grande relevância e interesse para uma ampla gama de pessoas. Desde o seu impacto na sociedade até à sua influência na economia, Nuovo Cinema Paradiso captou a atenção tanto de profissionais como de amantes do conhecimento. À medida que exploramos as diversas facetas de Nuovo Cinema Paradiso, surge a necessidade de compreender o seu alcance e potencial, bem como os seus desafios e controvérsias. Neste artigo, ofereceremos um olhar profundo e perspicaz sobre Nuovo Cinema Paradiso, com o objetivo de enriquecer o debate e promover uma maior compreensão sobre este tema.
Nuovo Cinema Paradiso | |
---|---|
Cartaz para exibição em Portugal | |
No Brasil | Cinema Paradiso |
Em Portugal | Cinema Paraíso |
![]() ![]() 1988 • cor • 155 min | |
Género | comédia dramática |
Direção | Giuseppe Tornatore |
Produção | Franco Cristaldi Giovanna Romagnoli |
Roteiro | Giuseppe Tornatore |
Elenco | Jacques Perrin Philippe Noiret Salvatore Casciatore Antonella Atialli Brigitte Fosey Enzo Cannavale Isa Danieli |
Música | Ennio Morricone |
Diretor de fotografia | Blasco Giurato |
Direção de arte | Andrea Crisanti |
Figurino | Beatrice Bordone |
Edição | Mario Morra |
Idioma | siciliano italiano |
Nuovo Cinema Paradiso (bra Cinema Paradiso;[1][2] prt Cinema Paraíso[3][4][5]) é um filme franco-italiano de 1988, do gênero comédia dramática, escrito e dirigido por Giuseppe Tornatore e musicado por Ennio Morricone. No Brasil, foi o primeiro Blu-ray lançado pela Versátil Home Vídeo, que o ocorreu em 2009.[6]
Salvatore Di Vita é um cineasta bem-sucedido que vive em Roma. Um dia ele recebe um telefonema de sua mãe avisando que Alfredo está morto. A menção deste nome traz lembranças de sua infância e, principalmente, do Cinema Paradiso, para onde Salvatore, então chamado de Totó, fugia sempre que podia, depois que terminava a missa (ele era coroinha). No começo, ele costumava espreitar as projeções através das cortinas do cinema, que o padre via primeiro para censurar as imagens que possuíam beijos, e fazia companhia a Alfredo, o projecionista. Foi ali que Totó aprendeu a amar o cinema.
No agregador de críticas Rotten Tomatoes, que categoriza as opiniões apenas como positivas ou negativas, o filme tem um índice de aprovação de 90% calculado com base em 80 comentários dos críticos que é seguido do consenso: "Cinema Paradiso é uma ode afirmativa ao poder da juventude, da nostalgia e dos próprios filmes".[7] Já no agregador Metacritic, com base em 21 opiniões de críticos que escrevem em maioria para a imprensa tradicional, o filme tem uma média aritmética ponderada de 80 entre 100, com a indicação de "revisões geralmente favoráveis".[8]
Oscar 1990 (EUA)
Globo de Ouro 1990 (EUA)
Festival de Cannes 1989 (França)
Prêmio César 1990 (França)
Academia Japonesa de Cinema 1991 (Japão)
Prêmio David di Donatello 1989 (Itália)
BAFTA 1991 (Reino Unido)