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Retomada de Corumbá | |||
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Parte da Campanha do Mato Grosso na Guerra do Paraguai | |||
![]() Combate do Alegre, após a retomada de Corumbá (Monumento aos Heróis de Laguna e Dourados, Urca, Rio de Janeiro - RJ).
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Data | 13 de junho de 1867 | ||
Local | Corumbá, Império do Brasil | ||
Desfecho | Vitória brasileira | ||
Beligerantes | |||
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Comandantes | |||
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Forças | |||
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Baixas | |||
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Desde o início de 1865, na primeira fase da Guerra do Paraguai, Corumbá estava sob controle dos paraguaios. Porém no ano de 1867 o então presidente da província de Mato Grosso Couto Magalhães decidiu planejar uma operação para retomar Corumbá com tropas provenientes de Cuiabá.
A esta altura, Corumbá era protegida por uma pequena guarnição paraguaia de 200[1] a 300[2] soldados, uma vez que as tropas foram desviadas para outros fronts. Por exemplo, em março de 1865 López chamou o cel Barrios de volta para o Paraguai levando consigo a maioria das forças instaladas na província, deixando apenas algumas guarnições de segurança em pontos estratégicos do local. Um decreto paraguaio, expedido no dia 13 daquele mês, dizia que o Paraguai já era senhor de Coimbra, Albuquerque, Corumbá e Cerro de Dourados (Coluna do Alto Paraguai). Seria inútil deixar aí mais gente do que necessária, quando a situação do momento aconselhava o emprego, no sul da república, de todos os recursos militares.[3]
Após os preparativos feitos em Cuiabá, partiu para Corumbá o 1.º Batalhão Provisório do Exército do Brasil com mil homens, sob o comando do coronel Antonio María Coelho, no dia 15 de maio de 1867, em embarcações através do rio Cuiabá.[2] No dia 12 de junho, as tropas desembarcam em uma região próxima da vila cerca de 25 quilômetros distante. Na madrugada do dia 13 de junho, o coronel Coelho levantou acampamento e iniciou marcha até a cidade e ao se aproximar iniciou os preparativos do ataque.[1]
Às quatorze horas iniciou-se a batalha com as tropas brasileiras atacando de diversos pontos, pegando os paraguaios de surpresa. A batalha durou até as dezoito horas, com vitória para o império. As baixas brasileiras somaram 36 entre mortos e feridos.[1] Do lado paraguaio foram cerca de 150, a maioria executada, incluindo o comandante Hermónegones Cabral, logo após o fim do combate. [2]
Esta vitória elevou o moral da população mato-grossense, e iniciou um período de expulsão dos invasores paraguaios que se concretizou em 1868.[1]