Neste artigo, o tema Revolução Ramadã será explorado sob diferentes perspectivas, analisando as suas implicações sociais, culturais, políticas e económicas. Será examinado o impacto que Revolução Ramadã teve na sociedade atual e como moldou a forma como pensamos e agimos. Da mesma forma, serão abordados aspectos históricos e contemporâneos relacionados a Revolução Ramadã, a fim de melhor compreender sua importância e relevância no mundo atual. Através desta análise exaustiva, pretendemos oferecer uma visão panorâmica de Revolução Ramadã e das suas múltiplas facetas, convidando à reflexão e ao debate sobre este tema tão relevante nos dias de hoje.
Revolução Ramadã | |||
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Data | 8 de Fevereiro – 10 de Fevereiro de 1963 | ||
Local | ![]() | ||
Desfecho | Derrube do governo de Abd al-Karim Qasim Estabelecimento do governo baathista Purgas anti-esquerdistas | ||
Beligerantes | |||
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Comandantes | |||
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A Revolução Ramadã ou Ramadão, também referida como a Revolução de 8 de Fevereiro ou Golpe de Estado de Fevereiro de 1963, foi um golpe de Estado orquestrado por militares iraquianos que resultou na ascensão ao poder do Partido Baath e no derrube do regime do primeiro-ministro do Iraque, brigadeiro-general Abd al-Karim Qasim, em 1963. O general Ahmed Hassan al-Bakr tornou-se o novo primeiro-ministro e o coronel Abdul Salam Arif tornou-se presidente. A mais poderosa figura do novo regime iraquiano era o secretário-geral do Partido Baath, Ali Salih al-Sa'di, que controlava a Guarda Nacional e que, após a instauração do novo regime, organizou uma campanha que levou à morte de milhares de membros do Partido Comunista Iraquiano e de outros opositores.
Apesar de provavelmente não ter orquestrado o golpe de estado, a reacção do administração americana foi de satisfação com o derrube do governo de Qasim, tendo aprovado um acordo de 55 milhões de dólares em armamento para o novo governo iraquiano.[1] O presidente John F. Kennedy foi informado por Robert Komer que esta revolta era uma vitória para os interesses americanos, ao consideram o Partido Baath como um movimento anti-comunista com ligações ao Exército.[2]
A reacção da União Soviética foi bastante negativa, com os soviéticos a apoiarem os curdos iraquianos no seu conflito contra o novo governo iraquiano e procurando instigar uma rebelião contra o novo regime baathista.[3]