Hoje, Síndrome do sotaque estrangeiro é um problema muito relevante que afeta um grande número de pessoas ao redor do mundo. Com o aumento da globalização e da interligação, Síndrome do sotaque estrangeiro tornou-se um tema de interesse geral que não deixa ninguém indiferente. Desde o seu impacto na sociedade até às suas consequências a nível pessoal, Síndrome do sotaque estrangeiro gerou um amplo debate e despertou o interesse tanto de especialistas como de cidadãos. Neste artigo, examinaremos diferentes aspectos de Síndrome do sotaque estrangeiro e exploraremos suas implicações em diferentes contextos.
A síndrome do sotaque estrangeiro (foreign accent syndrome) é uma síndrome[1] rara, em que os pacientes ficam afectados na sua fala de tal forma que quem a percepciona tem a ideia que fala sua língua nativa com sotaque estrangeiro, por exemplo, uma pessoa que nasceu no Brasil ou em Portugal fale com o sotaque de uma pessoa dos Estados Unidos. Especialistas acreditam que existam menos de 20 pessoas em todo o mundo sofrendo do mesmo problema. O primeiro caso registrado foi o de uma mulher atingida durante um bombardeio na Noruega, em 1941, que passou a falar norueguês com sotaque alemão.[2] No Brasil, o músico Édson Oliveira, conhecido como Russo, sofre da síndrome.[3]