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Svante Pääbo ![]() | |
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Nascimento | 20 de abril de 1955 (69 anos) Estocolmo |
Nacionalidade | sueco |
Cidadania | Suécia |
Progenitores |
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Cônjuge | Linda Vigilant |
Alma mater | Universidade de Uppsala |
Ocupação | geneticista, biólogo, biólogo evolutivo |
Distinções | Prêmio Gottfried Wilhelm Leibniz (1992), Medalha Max Delbrück (1998), Prêmio Ernst Schering (2003), Prêmio Kistler (2009), Prêmio Gruber de Genética (2013), Medalha de Ouro Lomonossov (2014), Breakthrough Prize in Life Sciences (2016), Prêmio de Medicina Keio (2016), Prêmio HFSP Nakasone (2018), Prêmio Körber de Ciência Europeia (2018), Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina (2022) |
Empregador(a) | Universidade Luís Maximiliano de Munique, Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, Okinawa Institute of Science and Technology |
Instituições | Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva |
Campo(s) | Biologia |
Página oficial | |
https://www.eva.mpg.de/genetics/staff/paabo/ | |
Svante Pääbo (Estocolmo, 20 de abril de 1955) é um biólogo sueco especializado em genética evolutiva. É um dos fundadores do campo da paleogenómica, tendo liderado a sequenciação do genoma do Neandertal.[1]
É diretor do Departamento de Genética no Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva em Leipzig, Alemanha desde 1997.[2]
Em 2022 foi laureado com o Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina "pelas suas descobertas sobre os genomas de hominídeos extintos e a evolução humana".[3]
Pääbo nasceu em Estocolmo, e cresceu com a sua mãe, a química estoniana Karin Pääbo.[2]
Seu pai, Sune Bergstrom, de quem Pääbo não foi muito próximo, também foi laureado com o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1982.[4]
Precedido por David Julius e Ardem Patapoutian |
Nobel de Fisiologia ou Medicina 2022 |
Sucedido por Katalin Karikó e Drew Weissman |