No mundo moderno, Capitania de São Paulo e Minas de Ouro assumiu um papel crucial na sociedade contemporânea. Seja no campo da tecnologia, da política, da cultura ou do ambiente, Capitania de São Paulo e Minas de Ouro tornou-se um tema de grande relevância e debate. Desde as suas origens até ao seu impacto atual, Capitania de São Paulo e Minas de Ouro tem despertado o interesse de académicos, investigadores, formadores de opinião e cidadãos comuns. Neste artigo exploraremos diferentes aspectos relacionados a Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, analisando suas implicações, desafios e possíveis soluções. Junte-se a nós nesta jornada de descoberta e reflexão sobre Capitania de São Paulo e Minas de Ouro!
Capitania de São Paulo e Minas de Ouro | |||||
| |||||
| |||||
![]() | |||||
Continente | América do Sul | ||||
Capital | ![]() | ||||
Língua oficial | Português | ||||
Religião | Catolicismo | ||||
Governo | Monarquia absoluta | ||||
Governador capitão-general | |||||
• 1709 — 1713 | Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho (primeiro) | ||||
• 1717 — 1721 | Pedro de Almeida Portugal (último) | ||||
História | |||||
• 3 de novembro de 1709 | Guerra dos Emboabas | ||||
• 2 de dezembro de 1720 | Revolta de Vila Rica | ||||
Moeda | Réis |
A Capitania de São Paulo e Minas de Ouro foi uma das subdivisões administrativas do território da América Portuguesa, criada em 1709 por meio da compra, por parte da Coroa portuguesa, após a Guerra dos Emboabas, da Capitania de São Vicente e da Capitania de Paranaguá e incorporação de partes da Capitania de Itanhaém. Foi governada, durante os seus pouco mais de dez anos de existência, por três governadores-gerais apontados pela metrópole.[1][2]
Foi dissolvida em 1720, por meio da cisão entre as capitanias de Minas Gerais e de São Paulo.
Após a descoberta de ouro no interior do continente sul-americano por exploradores advindos da capitania de São Vicente e Itanhaém, começou um período de intensa migração de colonos vindos da metrópole portuguesa e de outras regiões da América portuguesa em direção às minas recém descobertas. Esses colonos - chamados de Emboabas pelos hoje denominados paulistas, termo da língua geral paulista que significa "forasteiro" - entraram em conflito com os descobridores dos veios auríferos, dando início a um conflito armado que ficou conhecido como "Guerra dos Emboabas", e que acabou sendo vencido pela Coroa, que conseguiu fazer valer a sua autoridade na região.[2]
Em 3 de novembro de 1709, como consequência disso, e visando fortalecer o poder régio sobre as minas, as capitanias de São Vicente e Paranaguá foram compradas pela coroa, fundidas e transformadas na Capitania Real de São Paulo e Minas do Ouro.[1][2]
A capitania, no tempo da sua dissolução, contava com os seguintes núcleos populacionais, aqui organizados de acordo com a sua respectiva comarca e data de fundação:[3][4][5][6]
nº | Imagem | Nome | Período | Monarca | Referências |
---|---|---|---|---|---|
1 | ![]() |
António de Albuquerque Coelho de Carvalho | 18 de junho de 1710 — 31 de agosto de 1713 (3 anos, 2 meses e 13 dias) |
João V | [7] |
2 | ![]() |
Brás Baltasar da Silveira | 31 de agosto de 1713 — 14 de setembro de 1717 (3 anos, 10 meses e 14 dias) |
||
3 | ![]() |
Pedro Miguel de Almeida Portugal e Vasconcelos 3.º Conde de Assumar 1.º Marquês de Castelo Novo 1.º Marquês de Alorna |
14 de setembro de 1717 — 2 de dezembro de 1720 (3 anos, 2 meses e 18 dias) |
[8] |
Pela ação dos bandeirantes a nova capitania passou a contar com um vasto território, que abrangia os sertões de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, para o sul, e de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso para oeste e noroeste.
É importante frisar que o limite oeste da capitania era delimitado pelo Tratado de Tordesilhas. Durante a Dinastia Filipina (União Ibérica), os portugueses se expandiram de tal forma na América do Sul que, em 1680, visando o comércio com a bacia do rio da Prata e a região andina, fundaram um estabelecimento à margem esquerda do Prata, em frente a Buenos Aires: a Colônia do Sacramento. A fixação portuguesa em território oficialmente espanhol gerou um longo período de conflitos armados, conduzindo à negociação do Tratado de Madrid (1750).
Como consequência da Revolta de Vila Rica (1720), além do adiamento da instalação da Casa de Fundição, materializou-se a autonomia administrativa das Minas, uma vez que, em 12 de setembro desse ano, João V desmembrou-a, instituindo a capitania de Minas Gerais e a capitania de São Paulo. Na primeira foi então criada mais uma comarca: Serro do Frio (com sede na Vila do Príncipe).[carece de fontes]