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13 de Fevereiro de 1949 | ||||
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Candidato | Óscar Carmona | José Norton de Matos | ||
Partido | União Nacional | Movimento de Unidade Democrática | ||
Votos | 875 598 | Desistiu | ||
Porcentagem | 100,00% | |||
Titular Eleito |
As terceiras eleições presidenciais portuguesas do Estado Novo, tiveram lugar a 13 de Fevereiro de 1949.
Apesar da reeleição de Óscar Carmona ser um dado adquirido, pela primeira vez a oposição democrática apresentou uma candidatura em torno do general José Norton de Matos, político da Primeira República, que, durante a campanha, denunciou as repressões e a falta de liberdade e transparência do Estado Novo.[1] Apesar do apoio de uma oposição unida, desistiu da corrida no dia 12 de Fevereiro, por considerar não haver garantias de uma eleição isenta.[2]
Com isso, Óscar Carmona foi reeleito para um quarto mandato, que contou não só com o apoio da União Nacional, mas, também, da Causa Monárquica, presidida por Domingos Fezas Vital.[3] No entanto, só cumpre o mandato até 1951, quando faleceu.
A desistência de Norton de Matos deve-se em grande parte, a colagem do partido comunista à candidatura deste, o que leva o candidato a considerar que tal facto não encontrava concordância com o seu projecto eleitoral.
Candidato | Partidos Apoiantes | Votos | % | |
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Óscar Carmona | União Nacional | 875 598 | 100,00 / 100,00 | |
José Norton de Matos | Movimento de Unidade Democrática | Desistiu | ||
Votos Inválidos | – | – | ||
Total | 875 598 | 100,00 / 100,00 | ||
Eleitorado/Participação | – | – | ||
Fonte: | [4] |