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Juliana Cardoso | |
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![]() Juliana em 2017 | |
Deputada Federal por São Paulo | |
No cargo | |
Período | 1º de fevereiro de 2023 até a atualidade |
Vereadora de São Paulo | |
Período | 1º de janeiro de 2009 até 1º de fevereiro de 2023 (4 mandatos consecutivos) |
Dados pessoais | |
Nome completo | Juliana Cardoso |
Nascimento | 22 de outubro de 1979 (45 anos) São Paulo, SP |
Nacionalidade | brasileira |
Partido | PT (1999-presente) |
Profissão | Gestora Pública e política |
Website | julianacardosopt.com.br |
Juliana Cardoso (São Paulo, 22 de outubro de 1979), é uma educadora, ativista dos movimentos sociais e sindical e política brasileira filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT). É deputada federal pelo Estado de São Paulo, eleita em 2022 com 125.517 votos.[1]
É considerada uma referência na defesa dos direitos humanos e, por sua atuação nessa área, foi homenageada em 2017.[2] Presidiu a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de São Paulo.[3]
De origem indígena, nasceu em Sapopemba, periferia da capital paulista, onde iniciou sua militância nas Comunidades Eclesiais de Base, ligada à Igreja Católica.[1][4] Já pertenceu ao São Paulo Turismo, com formação profissional e cultural dos jovens através da organização do carnaval Paulistano.[5]
Eleita vereadora em 2008, foi reeleita em 2012. Em 2016, com 34 mil votos, foi reconduzida à Câmara Municipal de São Paulo, sendo a única mulher eleita pelo PT. [6] Em 2020, foi reeleita para seu quarto mandato de vereadora de São Paulo.
Sua atuação na militância e na legislatura é em defesa dos direitos da criança e do adolescente, da mulher, à saúde, à moradia e à cultura popular. [5] Foi relatora da lei Nº 15.945, que criou o Programa Centro de Parto Normal - Casa de Parto e a lei Nº 15.248, que criou o Conselho Municipal dos Povos Indígenas. É de sua autoria o projeto objetiva permitir o aleitamento materno em creches. [7] Fundou o Prêmio Heleieth Saffioti, uma homenagem a quem se destacou pelos direitos das mulheres em São Paulo.[8]
Em dezembro de 2016 a Câmara Municipal propôs um aumento de 26,3% no salários dos vereadores. Juliana Cardoso votou à favor desse aumento. Em sua defesa, a vereadora alegou que particularmente era contra a proposta mas foi obrigada a votar pelo aumento por ordem do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT). [9]
Em fevereiro de 2017 ,a vereadora trocou insultos no plenário com o vereador Fernando Holiday, após acusar assessores do mesmo de invadir e tumultuar uma reunião em seu gabinete. Ambos chegaram a pedir a cassação de mandato, mas a câmara arquivou os pedidos.[10]
Em dezembro de 2017, durante um protesto contra o projeto Escola sem Partido, Juliana Cardoso foi agredida por membros da Guarda Civil Metropolitana.[11]
Ano | Eleição | Partido | Cargo | Votos | % | Resultado | Ref |
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2008 | Municipal de São Paulo | PT | Vereadora | 30.607 | 0,51% | Eleita | [12] |
2012 | Municipal de São Paulo | 46.757 | 0,82% | Eleita | [13] | ||
2016 | Municipal de São Paulo | 34.949 | 0,65% | Eleita | [14] | ||
2018 | Estaduais em São Paulo | Deputada Federal | 54.746 | 0,26% | Não Eleita | [15] | |
2020 | Municipal de São Paulo | Vereadora | 28.402 | 0,56% | Eleita | [16] | |
2022 | Estaduais em São Paulo | Deputada Federal | 125.517 | 0,53% | Eleita | [17] |
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