Hoje queremos mergulhar no fascinante mundo de Missi dominici. Seja você um fã de história, um entusiasta de tecnologia ou simplesmente alguém curioso em descobrir novas perspectivas, temos certeza que este artigo irá cativá-lo desde o início. Mergulhe connosco numa viagem que irá desde as origens de Missi dominici até ao seu impacto na sociedade moderna, explorando as suas implicações culturais, científicas e emocionais. Junte-se a nós enquanto exploramos os diferentes aspectos de Missi dominici, desvendando sua importância e relevância no mundo de hoje.
Um missus dominicus (plural: missi dominici), termo latim para "enviado do senhor governante", também conhecido em holandês por Zendgraav (alemão: Sendgraf; lit. "enviado Graf") eram os comissários reais responsáveis por supervisionar a administração local, enquanto os representantes do poder real exerciam funções governativas nos diversos estados da Europa. Esta função permitia ao soberano hierarquizar a sua administração e centralizar o poder, sendo este produto de uma ideologia verdadeiramente imperialista. Existem semelhanças superficiais entre o missus dominicus e o original romano corrector, com a diferença que os missi eram enviados regularmente à mesma região. Os missi dominici eram sempre nomeados a pares, um clérigo (bispo ou abade) e um leigo (conde ou duque), geralmente escolhidos entre os membros da corte imperial (Platium), e distribuídos pelas circuncrizione (unidades administrativas) do império (missiaticum) que tinham de visitar. A avaliação dos missi dominici era feita por parte dos membros eclesiásticos, os condes e os vassalos que se instalavam no território a ser inspeccionado pelo secular.