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Robson Pinheiro | |
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Nome completo | Robson Pinheiro Santos |
Conhecido(a) por | Autor de livros com temática espírita e umbandista. |
Nascimento | 15 de junho de 1961 (63 anos) Ataléia, ![]() ![]() |
Ocupação | Terapeuta, médium, escritor, orador e filantropo |
Website | www.robsonpinheiro.com.br |
Robson Pinheiro Santos (Ataléia, 15 de junho de 1961) é um médium psicógrafo brasileiro. Suas obras psicografadas destacam-se pela influência da Umbanda.[1]
Cresceu na região do vale do Rio Doce onde teve as suas primeiras experiências mediúnicas ainda na adolescência.[2]
De formação protestante, veio a conhecer a Doutrina Espírita por orientação de companheiros espirituais, tendo ingressado no movimento espírita em 1978, no Grupo Espírita da Caridade, em Ipatinga.[2]
Transferiu-se mais tarde para Belo Horizonte, em cuja região metropolitana teve oportunidade de contribuir para a constituição de diversas casas espíritas.[2]
Fundou ainda a editora "Casa dos Espíritos", órgão independente da divulgação doutrinária e o "Núcleo de Expansão da Consciência", responsável pela divulgação da doutrina através de cursos, seminários, vídeos, jornais, livros, revistas e pela promoção de peças teatrais espíritas.[2]
Atualmente atua na Sociedade Espírita Everilda Batista, que ajudou a fundar, e onde desenvolve atividades mediúnicas e sociais. É também idealizador, fundador e coordenador do Instituto Robson Pinheiro,[3] da Unispiritus,[4] da Clínica Holística Joseph Gleber[5] e do Colegiado Guardiões da Humanidade.[6]
Apesar do sucesso de seus livros e cursos, ele despertou polêmicas em relação a sua atuação como médium e autor.
Uma dessas polêmicas se refere a um erro histórico existente na biografia do suposto espírito Joseph Gleber, publicada no livro Medicina da Alma (1997), psicografado por Robson Pinheiro. O texto da biografia de Joseph Gleber afirma que J. Robert Oppenheimer, físico norte-americano que dirigiu o Projeto Manhantan (responsável pela criação da bomba atômica norte-americana)[7] seria um dos físicos que trabalharam no projeto da bomba atômica alemã durante a Segunda Guerra Mundial. A biografia de Joseph Gleber também contém fatos improváveis, como afirmar que judeus como Gleber e Oppenheimer teriam sido convidados pelo regime de Adolf Hitler para trabalhar no desenvolvimento da bomba atômica para a Alemanha nazista. Nesse contexto, cabe apontar que em 1935, antes do início do projeto de energia nuclear alemão, foram implementadas as chamadas Leis de Nuremberg, que institucionalizaram a perseguição aos judeus na Alemanha, resultando inclusive na proibição de que judeus mantivessem cargos de professores nas universidades alemãs. Muitos físicos judeus eminentes, como Einstein, deixaram a Alemanha nazista antes mesmo de 1935. Diante do erro histórico quanto ao papel de Oppenheimer do projeto da bomba atômica alemã, a segunda edição de "Medicina da Alma" (2007) incluiu uma nota de rodapé onde se lê: "Segundo ele , compete às pesquisas humanas estabelecer os laços entre Oppenheimer e o governo totalitário; embora esse fato possa não estar demonstrado nas evidências conhecidas do grande público, prefere sustentar aquilo que, de acordo com seu ponto de vista espiritual, corresponde à verdade histórica.".[8] No entanto, estudos sobre o projeto Manhattan,[9][10] sobre a vida de J. Robert Oppenheimer[11][12] e sobre o projeto da bomba atômica alemã[13][14] não trazem nenhuma referência sobre a suposta associação entre o físico norte-americano e o governo nazista.
Outras polêmicas envolvendo o médium Robson Pinheiro incluem argumentos de que ele buscaria atrair a atenção do público com supostos relatos post mortem de celebridades, como Júlio Verne, Tancredo Neves, Madre Teresa de Calcutá e Cazuza, e de politizar o papel dos espíritos em seus livros "O Partido" e "A Quadrilha".
Robson Pinheiro também é acusado de praticar a exploração comercial de seus dons mediúnicos, prática condenada pelo Espiritismo.[15][16]