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Nascida em Manhattan, era filha de uma imigrante judia-alemã, Clara Zipper e e do estadunidense Simon Sussman. Estudou na Walton High School, em Nova York. Desde pequena, tinha o sonho de seguir na área das ciências exatas, tendo com influência Marie Curie, ganhadora do Prêmio Nobel, incentivou Yalow a seguir a carreira em física nuclear.
"Eve Curie acabara de publicar a biografia de sua mãe, Madame Marie Curie, que deve ser uma obrigação na lista de leitura de todas as jovens aspirantes a cientista."[3]
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Eu estava animada em seguir carreira na Física. Minha família, sendo bem mais prática, pensava que uma colocação mas aprazível era a de ser professora em uma escola primária.[4]
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Sabendo como datilografar, ela conseguiu um emprego de meio-período como secretária de Rudolf Schoenheimer, bioquímico na Universidade Columbia, no colégio de cirurgiões. Seu outro emprego era com outro bioquímico em Columbia, Michael Heidelberger, que a contratou sob a condição de que ela estudasse estenografia. Ela se formou no Hunter College em janeiro de 1941.[4]
Em fevereiro de 1941, ela foi convidada para ser professora assistente de física na Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, pois com o início da Segunda Guerra Mundial, muitos homens largaram seus empregos para servir no exterior. Assim, muitas universidades deram formação para as mulheres e empregos para não fecharem. No verão, ela também lecionou na New York University. Na Universidade de Illinois, ela era a única mulher em um departamento com 400 pessoas e a primeira desde 1917. Ela se casou com um estudante, Aaron Yalow, físico e filho de um rabino, em junho de 1943, tendo dois filhos, e obteve seu Ph.D em 1945.[5]
Trabalho
Depois de formar, Rosalyn começou a trabalhar no Centro Médico de Veteranos do Bronx, em Nova York, auxiliando no serviço de radioisótopos. Lá, colaborou com o trabalho de Solomon Berson no desenvolvimento da técnica de radioimunoensaio (RIA). A RIA é uma técnica de rastreamento de isótopos, que permite medir as pequenas quantidades de substâncias biológicas variadas no sangue humano, bem como em outros líquidos.
O teste feito com RIA se baseia na criação de dois reagentes. Um é a molécula radioativa, produto da ligação covalente de um isótopo com uma molécula alvo, como a insulina. O segundo reagente é o anticorpo que se liga quimicamente com a substância alvo quando as duas estão em contato. A radioatividade inicial da mistura dos dois reagentes é, então, medida. Essa mistura é então adicionada à uma medida certa de fluído, como sangue, contendo uma desconhecida, mas bem baixa quantidade de uma substância alvo. Como os anticorpos preferem se ligar a moléculas não radioativas, a proporção de ligações de anticorpos radioativos alvos é reduzida a uma quantidade proporcional à concentração da substância alvo no fluído. Quando a radioatividade final é isolada e os anticorpos alvos medidos, a concentração da substância alvo, como por exemplo a concentração de insulina no sangue, pode ser medida.
O estudo original foi sobre os níveis de insulina na diabetes e a técnica vem sendo aplicada, desde então, em centenas de outras substâncias, incluindo hormônios, vitaminas e enzima, todas muito pequenas para serem detectadas com outras técnicas. Apesar do imenso potencial comercial da técnica, Rosalyn e Solomon Berson se negaram a patentear o método.[6]
Em 1968, foi indicada como professora pesquisadora no departamento de medicina do Hospital Monte Sinai, em Nova York.[7]
Prêmios
Rosalyn Yalow (esquerda), recebendo o Prêmio Middleton Award com Kenneth Sterling, M.D. (centro), e com o diretor do hospital de veterano do Bronx Harold Jaffrey (direita)
Rosalyn Yalow foi premiada com uma bolsa Fulbright em Portugal.[8] Em 1972, ganhou o prêmio William Shainline Middleton por excelência em pesquisa, a mais alta honraria do hospital de veteranos.[9]
Em 1977, recebeu o Prêmio Nobel, com Roger Guillemin e Andrew V. Schally pela técnica do radioimunoensaio, o que permitiu a testagem de sangue de doadores em busca de hepatite e outras doenças.[12] A técnica também pode ser utilizada para medir a eficiência de antibióticos e outras drogas.[13]
Até sua morte, ela residiu na mesma casa que ela e o marido compraram nos anos 1940, em Riverdale.[16] Seu marido Dr. Aaron Yalow, faleceu em 1992.[17] Rosalyn faleceu em 30 de maio de 2011, de causa desconhecida, aos 89 anos.[18][19]
↑Rosalyn Yalow biodata, accessed February 24, 2008. "During that period Aaron and I had two children, Benjamin and Elanna. We bought a house in Riverdale, less than a mile from the VA."