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Hospital Sírio-Libanês
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Fachada do hospital. | |
Localização | São Paulo, ![]() |
Fundação | 28 de novembro de 1921 (103 anos) |
Tipo | Privado |
Especialidades | Diversas |
Site | www.hospitalsiriolibanes.org.br |
O Hospital Sírio-Libanês é um complexo hospitalar brasileiro com sede na cidade de São Paulo e atuação também em Brasília. Concebido em 1921 e fundado em 1965,[1] é considerado um dos mais importantes centros médicos da América Latina,[2] sendo notório por atender a figuras públicas, popularidade atribuída à composição de sua equipe médica.[3][4] É considerado um dos hospitais mais altos.
A história do hospital remonta a 28 de novembro de 1921, em que um grupo de amigas da colônia sírio-libanesa reunidas na casa de dona Adma Jafet planejavam construir um hospital a fim de retribuir o acolhimento da cidade de São Paulo. No encontro, fundaram a Sociedade Beneficente de Senhoras, que buscou apoio de voluntários e empresários para a construção de um hospital. Com a ajuda de doadores, a construção iniciou em 1931. Com planos de inauguração em 1941, o complexo estava praticamente pronto, mas foi tomado pelo exército devido as tensões da Segunda Guerra Mundial, e transformado em uma escola preparatória de cadetes de São Paulo. No ano de 1959, as obras foram retomadas, depois de muita insistência.[1][5]
Quem retomou o projeto, no entanto, foi a filha de Adma, Violeta Jafet, pois Adma morreu no ano de 1956. Na data 15 de agosto de 1965 o Hospital Sírio-Libanês foi oficialmente inaugurado.[5][6][7]
O hospital Sírio-Libanês atendeu diversos políticos de notoriedade no Brasil.[3] Entre as figuras que utilizaram os serviços do hospital encontram-se o presidente Lula da Silva,[8] a ex-presidente Dilma Rousseff [9][10] e o ex-presidente Michel Temer.[11] O hospital disponibiliza boletins médicos em relação às consultas de figuras públicas, disponível em seu website.[12]
O hospital também foi responsável pelo tratamento de câncer do ex-prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas.[13]
Ao final de março de 2020, o Hospital Sírio-Libanês precisou afastar 104 funcionários por 14 dias por terem testado positivo para o novo coronavírus.[14] Entre os profissionais de saúde do Sírio Libanês afetados pela doença, encontram-se o coordenador do Centro de Gestão do Coronavírus no Estado de São Paulo, David Uip,[15] e o cardiologista Roberto Kalil Filho.[16]
O diretor-geral do hospital, Paulo Chapchap, defendeu publicamente o isolamento social como medida de combate à Covid-19.[17]
O Hospital, em conjunto com o Hospital Israelita Albert Einstein, o HCor e o Ministério da Saúde, coordena o teste clínico com 1,3 mil pacientes de Covid-19 para averiguar a eficiência dos medicamentos hidroxicloroquina, azitromicina e dexametasona no tratamento da doença.[18] O hospital também estuda o uso de anticoagulantes para conter alguns problemas derivados da doença.[18]
Além de conter setores reconhecidos de atenção em saúde, o Hospital Sírio Libanês conta com setor de ensino e pesquisa. O hospital tem programas de pós-graduação stricto sensu na área da saúde com cursos de mestrado e doutorado,[19] além de parcerias com vinculação a programas da Universidade de São Paulo.[20]
O hospital oferece também cursos de educação a distância para formação de profissionais de saúde. Cursos relacionados ao combate à pandemia de COVID-19 foram disponibilizados de forma gratuita.[21]
O Sírio-Libanês é composto pelas seguintes unidades:
Sírio-Libanês, um dos mais importantes da América Latina