No artigo de hoje exploraremos Ministério do Planejamento e Orçamento, um tópico que tem chamado a atenção de especialistas e entusiastas. Durante anos, Ministério do Planejamento e Orçamento tem sido objeto de debate e discussão em vários campos, da política à ciência, à cultura popular. Com a evolução das sociedades e o avanço da tecnologia, Ministério do Planejamento e Orçamento adquiriu um papel relevante no nosso quotidiano, causando fascínio e polémica. Ao longo deste artigo, examinaremos minuciosamente as diferentes facetas de Ministério do Planejamento e Orçamento, abordando as suas origens, o seu impacto na sociedade e as perspectivas para o futuro.
Ministério do Planejamento e do Orçamento | |
---|---|
![]() | |
Logotipo do Ministério | |
Organização | |
Natureza jurídica | Ministério |
Dependência | Poder Executivo do Brasil |
Chefia | Simone Tebet |
Orçamento anual | R$ 15,4 bilhões (2024) [1] |
Localização | |
Jurisdição territorial | ![]() |
Sede | Esplanada dos Ministérios |
Histórico | |
Criação | 25 de janeiro de 1962 (63 anos)
1 de janeiro de 2023 (recriação) |
Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) [2] é um ministério do Poder Executivo do Brasil. Sua função é planejar a administração governamental, planejar custos, analisar a viabilidade de projetos, controlar orçamentos, liberar fundos para estados e projetos do governo. O Ministério do Planejamento foi extinto em 1 de janeiro de 2019 durante o governo Jair Bolsonaro e recriado em 1 de janeiro de 2023 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A atual ministra do Planejamento e Orçamento é Simone Tebet.[3]
Criado em 1962, durante o Governo João Goulart, foi fechado pouco mais de um ano depois, em 31 de março de 1964, tendo sido seu único ministro deste período Celso Furtado. O programa lançado por este ministério foi o Plano Trienal.
Alguns meses depois de seu fechamento, ainda em 1964, foi reaberto, já no governo Castelo Branco, tendo sido seu primeiro ministro desse período Roberto Campos. O primeiro programa desta nova pasta foi o Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG).
Em 30 de outubro de 2018 foi anunciada pelo então presidente eleito Jair Bolsonaro a criação do Ministério da Economia, com a fusão dos ministérios da Fazenda, do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.[4]
As áreas de competência do ministério são:[5]
O Decreto nº 11.353, de 1ª de janeiro de 2023, previu na estrutura do Ministério do Planejamento e Orçamento os seguintes órgãos subordinados e entidades vinculadas:
Órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado
a) Gabinete do Ministro (GM);
b) Assessoria de Participação Social e Diversidade;
c) Assessoria Especial de Comunicação Social;
d) Assessoria de Relações Internacionais;
e) Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos;
f) Assessoria Especial de Controle Interno (AECI);
g) Ouvidoria;
h) Corregedoria;
i) Consultoria Jurídica (CONJUR);
j) Secretaria-Executiva (SE); e
k) Diretoria de Administração e Gestão Estratégica (DAGE);
Órgãos específicos singulares
a) Secretaria Nacional de Planejamento (SEPLAN);
b) Secretaria de Orçamento Federal (SOF);
c) Secretaria de Assuntos Internacionais e Desenvolvimento (SEAID);
d) Secretaria de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas e Assuntos Econômicos (SMA); e
e) Secretaria de Articulação Institucional (SEAI).
Órgãos colegiados
a) Comissão Nacional de Cartografia - Concar; e
b) Comissão Nacional de Classificação - Concla.
Entidades vinculadas
a) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE);
b) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).