Artigo: O impacto da tecnologia na educação Hoje em dia, a tecnologia tem desempenhado um papel fundamental na evolução da educação. Vice-Secretário-Geral das Nações Unidas impactou significativamente a forma como os alunos adquirem conhecimentos e desenvolvem habilidades. Desde a incorporação de tablets e computadores na sala de aula, até à utilização de plataformas de aprendizagem online, a revolução digital transformou a forma como os professores ensinam e os alunos aprendem. Este artigo irá explorar o impacto que Vice-Secretário-Geral das Nações Unidas teve na educação, analisando as suas vantagens e desafios, bem como a sua influência na preparação dos futuros profissionais.
Vice-Secretário-Geral das Nações Unidas | |
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![]() Emblema das Nações Unidas | |
Organização das Nações Unidas Secretariado das Nações Unidas | |
Estilo | Sua Excelência |
Responde a | Secretário-Geral |
Lugar | Sede da Organização das Nações Unidas, Nova York (território internacional) |
Designado por | Secretário-Geral O Secretário-Geral nomeia o Vice-Secretário-Geral após consultas com os Estados-Membros e de acordo com o Artigo 101 da Carta das Nações Unidas.[1] |
Duração | O mandato do Vice-Secretário-Geral não pode exceder o do Secretário-Geral.[1] |
Instrumento constituinte | Resolução 52/12 B da Assembleia Geral[1] |
Precursor | Vice-Secretário-Geral da Liga das Nações |
Criado em | 1997 |
Primeiro titular | Louise Fréchette |
Website | https://www.un.org/sg/en/dsg/index.shtml |
O vice-secretário-geral das Nações Unidas é o substituto do secretário-geral das Nações Unidas. O cargo foi criado para lidar com muitas das responsabilidades administrativas do secretário-geral, ajudar a gerenciar as operações do Secretariado e garantir a coerência das atividades e programas.[2][3] O cargo foi formalmente estabelecido pela Assembleia Geral no final de 1997.[4]
A diplomata e política Amina J. Mohammed, da Nigéria, foi nomeada vice-secretária-geral pelo então secretário-geral designado António Guterres. Mohammed assumiu o cargo no mesmo dia em que Guterres iniciou seu mandato, em 1 de janeiro de 2017.
As responsabilidades geralmente delegadas pelo secretário-geral ao vice-secretário-geral incluem:[5]
O diretor do Escritório do Vice-Secretário-Geral é um observador permanente do Grupo das Nações Unidas para o Desenvolvimento.[6]
A canadense Louise Fréchette foi a primeira vice-secretária-geral das Nações Unidas, ocupando o cargo de 1998 a 2005. Ela foi nomeada para o cargo pelo Secretário-Geral Kofi Annan e assumiu suas funções em 2 de março de 1998. Em 2005, parcialmente em resposta às críticas do ex-presidente do Federal Reserve dos EUA Paul Volcker pela gestão fracassada do programa Iraque Petróleo por Alimentos, Fréchette anunciou sua renúncia. Ela permaneceu no cargo até 31 de março de 2006.[7]
Em 3 de março de 2006, foi anunciado que Mark Malloch Brown do Reino Unido sucederia Louise Fréchette como vice-secretário-geral em 1 de abril de 2006. Brown deixou o cargo concomitantemente com a saída de Kofi Annan como secretário-geral em 31 de dezembro de 2006.[8]
Nº | Retrato | Vice-Secretário-Geral | País | Mandato | Secretário-Geral |
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1 | Louise Fréchette | ![]() |
2 de março de 1998 – 1 de abril de 2006 | ![]() | |
2 | ![]() |
Mark Malloch Brown | ![]() |
1 de abril de 2006 – 31 de dezembro de 2006 | |
3 | ![]() |
Asha-Rose Migiro | ![]() |
5 de fevereiro de 2007 – 1 de julho de 2012 | ![]() |
4 | ![]() |
Jan Eliasson | ![]() |
1 de julho de 2012 – 31 de dezembro de 2016 | |
5 | ![]() |
Amina J. Mohammed[9] | ![]() |
1 de janeiro de 2017 – presente | ![]() |
Grupo Regional da ONU | Vice-Secretários-Gerais |
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Europa Ocidental e Outros | 3 |
Grupo da Europa Oriental | 0 |
América Latina e Caribe | 0 |
Grupo Ásia-Pacífico | 0 |
Grupo Africano | 2 |
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