Desde tempos imemoriais, Análise matemática tem sido objeto de fascínio, estudo e debate. O seu impacto transcendeu todas as barreiras culturais, geográficas e temporais, deixando uma marca indelével na história da humanidade. Desde os confins do passado até o presente mais imediato, Análise matemática tem sido objeto de adoração, análise e contemplação. Neste artigo exploraremos em profundidade as muitas facetas de Análise matemática, desvendando seu significado, sua influência e sua relevância no mundo atual. Ao longo das páginas que se seguem embarcaremos numa fascinante viagem pela história, ciência, cultura e sociedade, em busca de uma compreensão mais completa e enriquecedora de Análise matemática.
Parte da série sobre | ||
Matemática | ||
---|---|---|
![]() | ||
|
||
![]() | ||
Análise é o ramo da matemática que lida com os conceitos introduzidos pelo cálculo diferencial e integral, medidas, limites, séries infinitas[1] e funções analíticas. Surgiu da necessidade de prover formulações rigorosas às ideias intuitivas do cálculo, sendo hoje uma disciplina muito mais ampla cujos tópicos são tratados em uma subdivisão chamada análise real.
Se a Análise surgiu do estudo dos números e funções reais, sua abrangência cresceu de forma a estudar os números complexos, bem como espaços mais gerais, tais como os espaços métricos, espaços normados e os espaços lineares topológicos (ELT).
Embora seja difícil definir exatamente o que seja análise matemática e delinear precisamente seu objeto de estudo, pode-se dizer grosseiramente que a análise se dedica ao estudo das propriedades topológicas em estruturas algébricas.
A análise matemática foi desenvolvida formalmente no século XVII, durante a Revolução Científica,[2] mas muitas das suas ideias remontam aos matemáticos de tempos anteriores. Os primeiros resultados em análise estiveram implicitamente presentes nos primórdios da matemática grega antiga. Por exemplo, uma soma geométrica infinita está implícita no paradoxo da dicotomia de Zeno.[3]
Mais tarde, matemáticos gregos tais como Eudoxo e Arquimedes fizeram uso mais explícito, mas informal, dos conceitos de limite e convergência quando usaram o método da exaustão para calcular áreas e volumes de regiões e sólidos.[4] O primeiro uso explícito de infinitesimais aparece na obra O Método dos Teoremas Mecânicos, de Arquimedes, que foi redescoberta no século XX.[5]
Na Ásia, o matemático chinês Liu Hui usou o método da exaustão no século III d.C para encontrar a área de um círculo.[6] No século V, Zu Chongzhi estabeleceu um método que mais tarde viria a ser redescoberto no oeste, e que é agora conhecido por princípio de Cavalieri, para encontrar o volume de uma esfera.[7]
No século XII, o matemático indiano Bhāskara II forneceu exemplos de derivadas e usou o que agora se conhece por teorema de Rolle.[8]
No século XVIII, Euler introduziu a noção de função.[9] A análise real começou a emergir como disciplina independente quando o matemático boêmio Bernard Bolzano introduziu a definição moderna de continuidade em 1816.[10] No século XIX, Cauchy ajudou a assentar o cálculo infinitesimal em fundamentos lógicos firmes com a introdução do conceito de sucessão de Cauchy. Foi ele também que iniciou a teoria formal da análise complexa. Poisson, Liouville, Fourier e outros mais estudaram as equações em derivadas parciais e a análise harmônica. Com as contribuições destes e de outros matemáticos como Weierstrass, foi-se estabelecendo a ideia moderna de rigor matemático.[11]
Infinite series were present in Greek mathematics, There is no question that Zeno's paradox of the dichotomy (Section 4.1), for example, concerns the decomposition of the number 1 into the infinite series 1⁄2 + 1⁄22 + 1⁄23 + 1⁄24 + ... and that Archimedes found the area of the parabolic segment (Section 4.4) essentially by summing the infinite series 1 + 1⁄4 + 1⁄42 + 1⁄43 + ... = 4⁄3. Both these examples are special cases of the result we express as summation of a geometric seriesEm falta ou vazio
|título=
(ajuda)